Pop-Rock | sábado, 21 de novembro. 21h

Skank – Turnê da Despedida

Pop-Rock | Temporada de 21 de nov a 22 de Nov

Skank – Turnê da Despedida

Ingressos a partir de
R$85(meia) ou R$170(inteira)

Sábado, 21 de novembro às 21h
Domingo, 22 de novembro às 20h
Abertura da casa 2h antes do início do show

Gênero
Pop-Rock

Classificação Etária
18 anos

Horários

  • sábado, 21 de novembro, 21h Comprar
  • domingo, 22 de novembro, 20h Comprar

Skank - Turnê da Despedida

COMUNICADO DE ADIAMENTO

De acordo com a determinação dos Governos Municipal e Estadual, e em linha com as políticas de prevenção da propagação do novo Coronavírus (COVID-19), que visam o bem-estar e a saúde do público, o VIVO RIO adiou os shows do Skank, que aconteceriam nos dias 30 e 31 de maio para os dias 21 e 21 de NOVEMBRO de 2020.

Os ingressos comprados serão válidos para as novas datas, conforme o dia comprado: os ingressos para sábado seguirão válidos para sábado e os de domingo para domingo. As mesas continuarão as mesmas.

No momento, não realizaremos reembolsos de valores de ingressos, nos termos da Medida Provisória nº 948, de 8 de abril de 2020, ficando os ingressos válidos para as novas datas a serem divulgadas. Acompanhe a nova agenda clicando aqui.

Assim que as coisas voltarem ao normal, estaremos juntos para celebrar a nossa cultura e o entretenimento com a melhor programação que o Vivo Rio poderá lhe proporcionar.

Até lá, se puder, fique em casa.

Leia o texto integral da MP 948 clicando aqui

Já disse um crítico que a importância de uma banda se mede pela quantidade e qualidade de músicas “indispensáveis” que acabaram ficando de fora do repertório de seu show. Com quase 30 anos de contribuições para as festas, os romances e para a vida dos brasileiros, o Skank já ouviu muito que “faltou esta” e “faltou aquela”. Pois na “Turnê da Despedida”, que celebra a história da banda antes de sua separação por tempo indeterminado, o desafio é encaixar num mesmo roteiro tudo o que esses caras já deixaram gravado no coração do público desde o comecinho dos anos 1990. E é nessas horas retrospectivas que a gente vê que foi muita coisa – mesmo para generosas duas horas (ou mais ) de show. Foram nove álbuns de estúdio, alguns deles presença obrigatória em listas de melhores de todos os tempos do pop rock nacional e que somam mais de 5 milhões de exemplares vendidos; três ao vivo que registraram para a posteridade o nível de ataque e a catarse de seus shows em diferentes fases da carreira; e uma coleção de sucessos que não encontra paralelo nas últimas três décadas no país. Fora cerca de 40 hit singles, 29 deles entre as 100 mais tocadas do ano no Brasil (muitas vezes defendendo sozinhas o pop rock num mar de sertanejo universitário), 25 em trilhas de novela, dois mega hits que marcaram fases distintas e igualmente bem sucedidas do grupo (“Garota Nacional” em 1996 e “Vou Deixar” em 2004) e um sem número de favoritas do fãs que vez por outra aparecem de surpresa nos shows. “Algo Parecido”, o single inédito lançado em 2018, passou dos 30 milhões de plays em pouco mais de um ano. E ainda temos a nova “Simplesmente”, delicada balada folk lançada especialmente para acompanhar a Turnê da Despedida. Que belíssimo problema será montar o repertório dos shows…

Até onde podemos enxergar, esta será A última oportunidade de assistir a Samuel Rosa (guitarra e voz), Lelo Zanetti (baixo), Henrique Portugal (teclados) e Haroldo Ferretti (bateria) tocando seus clássicos, juntos, num mesmo palco. Em novembro de 2019, a banda anunciou a separação motivada pelos desejos individuais de experimentar novos caminhos – musicais e pessoais. Sem brigas, sem decadência, sem barracos públicos e sem descartar a possibilidade de reuniões futuras. Pontuais? Comemorativas? Definitivas? Só o tempo dirá. Por hora, é melhor aproveitar a Turnê da Despedida como se não houvesse amanhã. A separação do Skank é uma forma de colocar um ponto final (ou um ponto e vírgula) numa carreira iniciada na curva entre a moda do rock brasileiro dos anos 1980 e uma nova década que apontava para a brasilidade, para o ritmo e para as misturas. Inicialmente uma simpática banda de vinda de Minas Gerais tocando música de inspiração jamaicana, rapidamente o Skank tanto apontou caminhos para toda uma nova geração (de Chico Science, Raimundos, Pato Fu, Jota Quest, Mundo Livre SA, O Rappa e tantos outros) como ganhou musculatura e tamanho de mercado. Isso ali por 1996, quando chegou no incrível feito de ter, no mesmo período de doze meses, dois álbuns diferentes com mais de um milhão de exemplares vendidos – Calango e O Samba Poconé. Foram tempos de turnês internacionais, hits no mercado latino e a confiança para arriscar a mudança que viria nos anos seguintes: canções mais melódicas, com mais violões e guitarras e climas psicodélicos. Em meio a momentos tão diferentes, algumas características continuavam: os sucessos na boca do público, as canções na vida das pessoas, os grandes shows pra lavar a alma e a coerência com sua própria história, de olhar para frente e encarar os desafios. É essa coerência que levou Samuel, Lelo, Henrique e Haroldo a dependurar as chuteiras por hora e buscar desafios em outros territórios. A Turnê da Despedida é a versão da banda para aqueles jogos em que os craques do futebol juntam os amigos, num clima incrível de festa e gratidão. Os craques estarão no palco, os amigos somos todos nós que estivemos juntos a eles por tanto tempo. E vai ser um jogo de goleadas, isso todo Mundo sabe.

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