Rock | sábado, 27 de abril. 21h

OS PARALAMAS
DO SUCESSO
CLÁSSICOS 40 ANOS

Rock | sábado, 27 de abril. 21h

OS PARALAMAS
DO SUCESSO
CLÁSSICOS 40 ANOS

Ingressos a partir de R$70 (meia)
R$140 (inteira)

Sábado, 27 de abril às 21h
Abertura da casa:
2h antes do show

Gênero
Rock

Classificação Etária
18 anos. Menores de 18 anos entram acompanhados dos pais/responsável.

Horários

  • sábado, 27 de abril, 21h Comprar

Clássicos 40 Anos

PARALAMAS DO SUCESSO

Os Paralamas do Sucesso são uma das mais importantes bandas da história da música brasileira e latina. Com 40 anos de carreira, 27 discos lançados, dezenas de sucessos e incontáveis shows pelo Brasil e pelo mundo, o grupo segue na estrada, influenciando novas gerações e arrebatando plateias de todas as idades.

Em 2020, o trio formado por Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria) deu início a um novo espetáculo, “Paralamas Clássicos”, em que olham para a própria história sob o filtro dos sucessos absolutos. No palco junto com eles, estão os três músicos que acompanham a banda há décadas: João Fera (teclados), Monteiro Jr. (saxofone) e Bidu Cordeiro (trombone).

A banda selecionou 33 faixas que sobrevoam as quase quatro décadas de carreira, numa viagem que começa pelo disco de estreia, “Cinema Mudo” (1983), e passa pelo mais recente álbum, “Sinais do Sim” (2017). O trajeto entre um ponto e outro é a história dos Paralamas contada em forma de música.

Estão lá, por exemplo, as canções políticas que nos ajudam a entender a história recente do Brasil: “Alagados”, “O Beco”, “Perplexo”, “O Calibre”. Também não faltam músicas que cantam o amor em suas mais diversas facetas, como “Meu Erro”, “Lanterna dos Afogados”, “Aonde Quer Que Eu Vá”, “Seguindo Estrelas”. Fora “Vital”, “Óculos”, “Ela Disse Adeus”, faixas tão peculiares quanto atemporais.

O repertório estrelado de “Paralamas Clássicos” é também um passeio pela variedade rítmica do grupo, certamente a formação que mais misturou gêneros musicais no país. É possível ver a influência do rock inglês no começo da carreira (“Fui Eu”, “Mensagem de Amor”), do reggae e do dub (“A Novidade”, “Melô do Marinheiro”), do requinte pop que se destacou na produção dos anos 90 (“Tendo a Lua”, Busca Vida”), o diálogo com a música latina (“Trac-Trac”, “Lourinha Bombril”)…

É também a chance de testemunhar três músicos excepcionais que, a despeito da longa lista de serviços prestados, continuam produzindo uma das performances ao vivo mais vigorosas de que se tem notícia.

Em “Caleidoscópio”, por exemplo, é impactante assistir a Herbert Vianna tocando guitarra e dirigindo a canção através de solos com sotaque blues. Vale focalizar João Barone em “O Beco”, apenas um entre os muitos momentos do show em que sua destreza salta aos olhos. Ou acompanhar o grave absurdo que sai do baixo de Bi, fazendo a cama sonora do show do início ao fim.

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